animação

(Português) Não é crítica: “O Prisioneiro”

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(Português) Workshop Norihito Ishii, na Goldsmiths University of London

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(Português) “Hamlet” no Globe Theatre

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(Português) Yumiko Yoshioka em Tavira

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Post-doctorate instenship in London

From August to January I am in London for a post-doctorate internship at Goldsmiths University of London. The supervisor of the research is Marie-Gabrielle Rotie. 

I share the abstract of project below: 

“Japan, The Ambiguous, and Ourselves: the Japanese body and the Yumiko Yoshioka’s butoh dance

The objective of the research is to record the trajectory and principles of creation and pedagogy of the Japanese dancer, choreographer and teacher Yumiko Yoshioka. She has been taught by Ko Moruboshi and Carlota Ikeda and she is one of the founders of the collective Ten Pen Chii. She is one of the representatives of the third generation of butoh dancers – a scenic manifestation founded in the postwar period in Japan. Yoshioka lives between Berlin (Germany) and Tokyo (Japan), and she visits many countries annually (North and South America, Europe, Asia and Oceania), giving workshops and performing shows. Her work can be acknowledged as a kind of “diaspora” of butoh in Europe.

Historically the creator of the butoh dance is Tatsumi Hijikata, while its fundamental promoter in western countries is the dancer Kazuo Ohno, who influenced artists worldwide, recreating this dance. Many Japanese artists (such as Ikeda and Moruboshi, Min Tanaka, Natsu Nakajima, Anzu Forukawa, Minako Seki, Ushio Amagatsu, etc.) have maintained close ties with the European production by taking part in internships, directing shows or living certain periods of times in Europe.

The research will be carried out in the context of the intercultural phenomenon in theatre and of how Japanese culture is perceived in the globalized world.

The following procedures are foreseen: an internship at the Goldsmisths University of London under the supervision of Lecture Marie-Gabrielle Rotie in London; the follow-up of workshops and presentations by Yoshioka in Europe; interviews with the artist; and bibliographical and filmographic studies.”

 

It is time to study. It means it is time to be happy. 

Programa de Cursos 2017 da SIM! Cultura

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(Português) Paulo Brás, até breve!

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(Português) Não é Crítica: “Homens Imprudentemente Poéticos”, de Valter Hugo Mãe

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(Português) Não é crítica: “Cabras – cabeças que rolam, cabeças que voam”

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(Português) Tradição e inovação

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(Português) Pedagogia continuada

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(Português) Fantasia é política

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(Português) Não é crítica: “Nós”, do Galpão

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(Português) Polícia Mata Menino de Dez anos e Morremos Todos!

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(Português) Saudades

Terminamos, hoje, em Pereira Barreto, um roteiro de apresentações do espetáculo “OE” por cidades com grande influência de comunidade nipo-brasileiras: Marília, São Paulo, Mirandópolis, Registro, Araçatuba, Campinas, Pereira Barreto. A circulação foi viável graças ao financiamento do Proac – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo e a parcerias diversas (secretarias municipais de cultura, grupos de teatro, comunidades, SESC Campinas etc).

 

Em cada cidade, senti que apresentava para amigos do meu avô. Sensação análoga àquela que vivi no Japão: temos raízes que nos empurram para futuros.

 

Nunca me reconheci como japonês: não falo o idioma, não tenho hábitos, não convivo com a cultura. No Japão, porém, ao pisar no Aeroporto de Narita, chorei copiosamente. “Que saudades eu sentia de um lugar que eu não conhecia”, pensava. E concluí: “o Japão é do outro lado do mundo. O Japão é dentro da gente.”

 

Nesta circulação, realizei o tamanho da importância da cultura nipônica para a cultura brasileira e para a cultura paulista, em especial. Assim, entendi: o Japão também está sempre do lado da gente!