animação

“Agora e na Hora de Nossa Hora” em Campinas

 

eduardo-okamoto-36

 

“Agora e na Hora de Nossa Hora” é um solo do ator Eduardo Okamoto sobre meninos de rua, dirigido por Verônica Fabrini. Seu processo criativo incluiu a realização de oficinas de circo com crianças e adolescentes em situação de rua, a adaptação do conto “Macário”, do mexicano Juan Rulfo, e a pesquisa sobre a Chacina da Candelária – quando, em 1993, oito meninos moradores de rua foram assassinados por policiais, nos arredores da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

 

No ano em que os fatos históricos da Candelária completam 20 anos, realiza-se uma temporada do espetáculo, na Estação Cultura, em Campinas. As apresentações registram o marco histórico e provocam: em duas décadas, fomos capazes, como povo, de amadurecer um projeto social diverso daquele que assassinou crianças e adolescentes? Infelizmente a desastrosa e ineficaz ação da polícia militar na “Cracolândia” paulistana e recentes denúncias de adolescentes torturados na Fundação Casa parecem antecipar a resposta.

 

Neste contexto, o conjunto de apresentações de “Agora e na Hora de Nossa Hora” na Estação Cultura constitui ato performático (experiência estética e político-social). Em 2002, Okamoto ouviu de um de seus alunos da oficina de circo que o complexo ferroviário campineiro era local de consumo de crack. Não só. Ouviu também que as pedras dos trilhos de trem supriam a falta de malabares. O menino, assim, experimentava mais que técnica circense: evitava o consumo da droga que, ele sabia, o consumia; reinventava a vida, ali, onde ela parecia improvável.

 

Apresentar o espetáculo no local onde o menino nos mostrou possíveis escolhas e malabarismos (de arte e de vida), é a nossa tentativa de aprender com a experiências passadas. Como este malabarista, tiremos da arte sementes de transformação e de invenção do futuro. Esta é a nossa hora!

 

“Agora e na Hora de Nossa Hora” em Campinas
De 08 a 20 de outubro de 2013, de terça-feira a domingo, às 20h (não há sessões às segundas e quinta).
Local: Estação Cultura
Endereço: Rua Marechal Florreano, s/n (Antiga Estação Fepasa)
Telefone: (19) 3705.8002
Entrada franca com distribuição de ingressos 1h antes

 

Ficha Técnica 
Dramaturgia e atuação: Eduardo Okamoto
Direção: Verônica Fabrini
Textos adaptados: Juan Rulfo, Hélio R. S. Silva e Cláudia Milito, Eduardo Evaristo de Miranda, relatos de crianças e adolescentes em situação de risco social, noticiário sobre a Chacina da Candelária, Realidade Cruel, passagens bíblicas, hinos cristãos e umbandistas.
Assistência de direção: Alice Possani
Pesquisa e execução Musical: Paula Pi
Música: “Bachianas Brasileiras no 5”, de Heitor Villa Lobos
Treinamento de ator: LUME Teatro
Iluminação: Marcelo Lazzaratto
Fotografias do programa: Jordana Barale
Fotografias de divulgação: João Roberto Simioni e Jordana Barale
Orientação: Suzi Frankl Sperber e Renato Ferracini
Projeto gráfico e expográfico: LuOrvat Design
Equipe de apoio: Carlos Eduardo S. Ramos, Lucas Marcondes e Tess Coelho
Produção Executiva: Bruno Lélis
Direção de Produção: Daniele Sampaio

 

“Recusa” em Piracicaba

 

“Recusa” em Piracicaba

“Eldorado” em Ribeirão Preto

 

img_8433

 

Solo do ator Eduardo Okamoto com dramaturgia de Santiago Serrano e direção de Marcelo Lazzaratto tem apresentação única em Ribeirão Preto. A sessão acontece no dia 28 de setembro de 2013, às 20h, no Centro Universitário Barão de Mauá (veja serviço completo abaixo). A entrada é gratuita e a apresentação é promovida pelo SESI Ribeirão Preto.

 

“Eldorado” foi criado a partir de pesquisas de Okamoto acerca da arte da rabeca – instrumento de arco e cordas, parecido com o violino. Em pesquisas de campo nas cidades de Iguape e Cananéia, o ator conheceu rabequeiros e suas criações – instrumentos e canções. O dramaturgo argentino Santiago Serrano partiu dos materiais primeiros sintetizados pelo ator para criar um texto inédito.

 

Na fábula do espetáculo, um cego, acompanhado por uma “menina”, busca encontrar o que nenhum outro homem pôde jamais: “Eldorado”. Por sua atuação, Okamoto foi indicado ao Prêmio Shell. 

 

“Eldorado” em Ribeirão Preto 
28 de setembro, às 20h 
Centro Universitário Barão de Mauá 
Rua Chile, 845
Entrada Franca

 

“Recusa” no Circuito Tusp, em São Carlos

 

Espetáculo da Cia Teatro Balagan, em que Eduardo Okamoto é ator-convidado e Daniele Sampaio é diretora de produção, é parte do Circuito Tusp, que percorrerá cidades do interior paulista. 

 

O Circuito TUSP de Teatro é um programa de ação continuada para a difusão das artes cênicas nos campi da Universidade de São Paulo, em parceria com outros espaços públicos no interior do estado, como os Teatros Municipais e Seções de Atividades Culturais dos campi da USP. O projeto pretende oferecer formas diversificadas de convívio com a experiência cênica, cultivando o hábito da fruição teatral entre a comunidade universitária e o público externo.

 

No segundo semestre de 2013, os espetáculos que compõem este circuito percorrerão as seguintes cidades: Bauru, Ribeirão Preto, São Carlos e Piracicaba e capital, no período de 23 de setembro a 27 de outubro de 2013. 

 

A estreia de “Recusa”, como espetáculo-convidado do Circuito Tusp, acontecerá em São Carlos, no Teatro Municipal, no dia 26 de setembro, às 20h. A entrada é gratuita. 

 

“Recusa”  em São Carlos
26 de setembro de 2013, às 20h  
Teatro Municipal
Rua Sete de Setembro 1735
(16) 3371-4339
teatro@saocarlos.sp.gov.br 
Entrada gratuita
Informações: http://www.usp.br/tusp/ 

“Recusa” no Caxias em Cena

 

recusa_3

 

“Recusa”, espetáculo da Cia Teatro Balagan em que Eduardo Okamoto é ator-convidado e Daniele Sampaio é diretora de produção, segue apresentando-se em festivais de teatro no Brasil. Depois de passar por eventos importantes em cidades como Curitiba, Londrina, Brasília e Uberlândia, o espetáculo chega em terras gaúchas. No  dia 17 de setembro de 2013, às 20h, “Recusa” apresenta-se no 15º Caxias em Cena, em Caxias do Sul. A apresentação será no Teatro Municipal Pedro Parenti. 

 

O 15º Caxias em Cena acontecerá de 13 a 26 de setembro e contará com espetáculos locais, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo, de Minas Gerais, do Rio Grande do Norte e do Chile. Serão 14 dias de intensa programação contendo cerca de 30 espetáculos e mais de 40 apresentações. 

 

“Recusa” no Caxias em Cena 
17 de semetmbro de 2013, às 20h
Teatro Municipal Pedro Parenti  
Rua Doutor Montaury, 1333 – Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima – Centro
Caxias do Sul / RS
www.caxias.rs.gov.br/casadacultura
Ingressos R$ 20,00 e R$10,00 

 

 

Oficina de Produção e Gestão de Projetos Culturais no Caxias em Cena

 

Depois da grande procura pelo curso ministrado por Daniele Sampaio na Oficina Cultural Oswald de Andrade, na capital paulista (mais de 150 inscrições para 20 vagas disponibilizadas), a produtora realiza curso no Festival Caxias em Cena, no Rio Grande do Sul. A oficina “Produção e Gestão de Projetos Culturais” acontece de 16 a 19 de setembro, das 19h às 22h, e 30 do mesmo mês, das 9h às 12h.  As inscrições são gratuitas. 

 

É função do produtor cultural a elaboração de estratégias que tornem possíveis a criação e a fruição de bens simbólicos. O curso parte desta dimensão do fazer cultural, procurando localizá-la como ação. O seu objetivo é oferecer aos participantes noções gerais para a gestão de projetos culturais nas artes cênicas: sua formatação para editais e leis de incentivos; o debate sobre a relação entre o processo de criação e a sua administração; a leitura dirigida e a discussão de textos sobre a produção cultural contemporânea – os artifícios de gestão que viabilizam os artifícios da cena. Assim, tanto quanto fornecer instrumental para o aluno-participante viabilizar projetos culturais, espera-se contribuir para a o seu processo de formação como agente social da cultura.

 

Daniele Sampaio é Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP. É produtora do ator Eduardo Okamoto, desde 2006, e Diretora de Produção do espetáculo RECUSA, da Cia Teatro Balagan – onde Okamoto é convidado. Aprovou diversos projetos em editais culturais e participou de importantes festivais nacionais e internacionais (Suíça, Espanha, Kosovo, Marrocos, Escócia, Polônia). Atualmente, é Pesquisadora do Setor de Políticas Culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa (RJ), instituição pública vinculada ao Ministério da Cultura.

 

Curso Produção e Gestão de Projetos Culturais no Caxias em Cena  
 16, 18, 19 e 20 de setembro
segunda, quarta e quinta-feira, das 19h às 22h; sexta-feira, das 9h às 12h
SESC Caxias do Sul
Endereço: Rua Moreira César, 2462 – Poi X
Inscrições: R$ 20,00 (antecipado na Unidade de Teatro – Centro de Cultura Ordovás)
20 vagas
Público alvo: jovens produtores, atores, dançarinos, estudantes e interessados em conhecer os procedimentos da elaboração, produção e gestão de projetos culturais.
Carga horária: 12 horas

“Recusa” no Festival Ruínas Circulares

Espetáculo da Cia Teatro Balagan encerra edição 2013 do Festival Ruínas Circulares, em Uberlândia (Minas Gerais).

 

Eduardo Okamoto, que é ator-convidado do espetáculo, já se apresentou no evento em 2011, quando apresentou o solo “Eldorado” e ministrou a oficina “Dramaturgia do Corpo”.  

 

recusa_10

 

“Recusa” é narrado, cantado, por dois olhares e seus múltiplos: dois índios Piripkura; dois heróis ameríndios, Pud e Pudleré, criadores dos seres; um padre que foi engolido por uma onça que resolveu morar dentro de um lugar inesperado; um fazendeiro que matou um índio e o mesmo índio que o matou, por uma cantora que se perde na mata, por Macunaíma e seu irmão, os heróis dos Taurepang, e outros tantos.

 

O projeto nasce em 2009 quando atores, diretora, dramaturgo, preparadora corporal e cenógrafo, instigados pela notícia “Funai recorre à Procuradoria para proteger área de 2 índios isolados”, deram início a um diálogo com antropólogos e estudiosos da cultura ameríndia, com o desejo de desenvolver um processo criativo a partir desse universo. Publicada nos jornais em 2008, a notícia mencionava o aparecimento de dois índios Piripkura, etnia considerada extinta há mais de 20 anos. Durante todo o processo de criação a Cia Teatro Balagan, através dos Estudos Cênicos – composições cênicas elaboradas a partir de narrativas míticas ameríndias, estudos etnográficos, discursos políticos sobre as condições de terras ocupadas por povos indígenas, obras literárias, cantos e poesia ameríndia – tornou público, na Casa Balagan, o resultado da sua investigação. Recusa, mergulha na cosmovisão ameríndia, nas relações de encontro, estranhamento, trocas e negociações estabelecidas entre esses diversos seres, mundos e a cultura branca.

 

O espetáculo estreou em 04 de outubro de 2012 inaugurando a programação teatral da Sede Roosevelt da SP Escola de Teatro.

 

“Recusa” no Festiva Ruínas Circulares 
04 de setembro de 2013, às 20h 
Teatro Municipal de Uberlândia 
Endereço: Av. Rondon Pacheco, S/N, Bairro Tibery
Informações: http://www.ruinascirculares.com.br

 

 

Índios Suruí em São Paulo

 

O processo de criação do espetáculo “Recusa” envolveu trocas artísticas entre a equipe da Cia Teatro Balagan (em que Eduardo Okamoto é ator-convidado) e os índios Suruí, de Rondônia. Mesmo depois de estreado o espetáculo, a troca estendeu-se e deu origem a um projeto gestado na companhia e financiado pela Universidade de São Paulo – USP, sob a coordenação da Profa. Dra. Maria Thais Lima Santos (também diretora de “Recusa”). O projeto, denominado “Perspectivas Intercambiáveis”, prevê uma série de atividades de intercâmbio entre esses dois coletivos (indígenas e “teatreiros”) fundamentadas nas diversas linguagens artísticas e em especial no teatro.     

 

Do dia 20 ao dia 29, a Cia Teatro Balagan, em mais uma ação deste projeto, receberá, na cidade de São Paulo, alguns integrantes do povo indígena Suruí Paiter para uma troca artística. Os indígenas conhecerão a sua sede, seu modo de trabalhar e as instalações da Universidade de São Paulo.  

 

O projeto ainda prevê outras ações, como novas visitas dos artistas da Balagan e de estudantes da USP à Terra Indígena Sete de Setembro, morada dos Suruí,em Rondônia. 

 

Folha de SP: Arroz de festival

 

Principais mostras do país requentam programação e repetem exibições de peças, mas também apontam os destaques do ano

 

GUSTAVO FIORATTI

DE SÃO PAULO

 

Os grupos Club Noir e Cia. Teatro Balagan (de São Paulo) emplacaram espetáculos em ao menos quatro importantes festivais de teatro do país este ano. Não é pouco. Com o número de estreias anuais, emplacar em um deles já tem sido uma vitória.

 

Os dois casos exemplificam ainda um fenômeno recente: vez ou outra, aparecem por aí peças eleitas as queridinhas dos festivais de teatro. “Aconteceu com Estamira’ no ano passado”, diz Luciano Alabarse, organizador do Porto Alegre em Cena, que tem início no dia 3.

 

As mais importantes mostras brasileiras de artes cênicas, hoje agrupadas em rede sob o nome de Núcleo de Festivais, se enxergam como um mecanismo para estimular a circulação de espetáculos pelo país e também estilhaçar o eixo Rio-São Paulo pelo território nacional.

 

“Quando aparece um espetáculo muito bom, é claro que todos querem levá-lo para sua cidade”, diz Alabarse.

 

Assim, os moradores de Londrina (PR), por meio do Festival Internacional de Londrina, poderão ver hoje espetáculos da série “Peep Classic Ésquilo”, do Noir, grupo conhecido pela linguagem formal e minimalista. Os de São José do Rio Preto (no Festival Internacional de Teatro) já viram esses trabalhos.

 

Com textos do grego Ésquilo (525 a.C.- 456 a.C.), o projeto participará ainda do roteiro de 38 títulos do festival Porto Alegre em Cena, cujas exibições serão entre os dias 16 e 18. O trânsito da companhia pelos festivais começou em março, quando integrou a mostra oficial do Festival de Curitiba, com “Haikai”.

 

“Recusa”, da Cia. Teatro Balagan, fez um caminho similar: percorreu Curitiba, esteve no Festival de Londrina no último dia 24 e tem mais uma sessão hoje no Cena Contemporânea, de Brasília.

 

No ano passado, outra peça da companhia, “Prometheus – a Tragédia do Fogo”, integrou a mostra de teatro Cena Brasil Internacional, de onde foram pescadas peças para uma comitiva hoje em cartaz em Edimburgo.

 

Pouco conhecida, a CiaSenhas este ano também conquistou repercussão nacional. Passou por Londrina com “Circo Negro”, um espetáculo de caricaturas, e está na grade do Poa em Cena, após apresentar-se no Fringe, a mostra paralela de Curitiba.

 

BOCA A BOCA

 

A montagem “Antes da Chuva”, da companhia Cortejo, vingou este ano como um achado no mar de espetáculos de qualidades variadas do Fringe. O grupo é de Três Rios, cidade fluminense com 77 mil habitantes.

 

O boca a boca funcionou: “Antes da Chuva” foi ao Cena Contemporânea de Brasília, após passar por Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

 

A repetição de peças sinaliza que, diferentemente do que acontece no circuito de festivais de cinema, não existe disputa por exclusividade entre mostras de teatro. “Não é uma preocupação”, diz Guilherme Reis, curador do Cena Contemporânea.

 

Outros curadores confirmam à Folha que os festivais hoje procuram atender a demandas regionais, mais do que atrair turistas. Falta no Brasil um evento que tenha essa capacidade. O público do maior deles, de Curitiba, tem pouco mais de 5% de espectadores de fora da cidade.

 

Embora o Núcleo de Festivais tenha sido criado também para consolidar força política em busca de incentivos, este ano muitas mostras tiveram redução de custos, com fuga de patrocínios.

 

O orçamento do Poa em Cena passou de R$ 4,4 milhões (em 2012) para R$ 2,2 milhões (este ano). Londrina terá cortes de 20% em relação a 2012.

 

* Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/126327-arroz-de-festival.shtml

Selecionados para Oficina de “Produção e Gestão de Projetos Culturais”

 

A oficina “Produção e Gestão de Projetos Culturais”, que será ministrado por Daniele Sampaio na Oficina Cultural Oswald de Andrade, na capital paulista, recebeu 143 inscrições de interessados em preencher as 20 vagas oferecidas. Destes, 89 foram pré-selecionados – pessoas que atendiam ao perfil esperado para a realização das atividades propostas pela oficina.    

 

Abaixo, divulgamos a lista de 20 selecionados (em ordem alfabética), os quais serão contatados por telefone ou e-mail para confirmarem interesse na vaga. Divulgamos ainda uma lista de 10 suplentes (incluindo a sua ordem de classificação). Em caso de desistência dos selecionados, os suplentes serão igualmente contatados por telefone e e-mail.

 

Agradecemos imensamente o grande interesse em realizar o curso e informamos que brevemente divulgaremos novas datas para a sua realização.   

    

Lista de selecionados (em ordem alfabética):  
Ana Luiza Brolio de Paula
Beatriz Martins de Barros Souza
Camila de Sá
Cíntia Navarro Santos
Claudia de Magalhães Costa Bastos
Dario Diniz Guedes
Gabriela Nepomuceno Cerqueira
Hugo Fernandes Zanardi
Jorge Alves da Silva
Julia Alves De Francesco
Luciana Ramim
Marcia Cristina Rodrigues Vilela
Maria Teresa Sanches M Silva
Mariana dos Reis Dias
Mayara Mendes Cardoso Barbosa
Natalia Ferreira de Souza
Paloma Alves da Silva
Priscila Santos de Oliveira
Rodolfo Yamamoto Neves
Tatiane da Cruz Cavalcante Lustoza

 

Suplentes (em ordem de classificação):
Daniele Aoki
Guilherme Silva do Vale
Victor Mello Cantagesso
Márcio Antonio Rodrigues Santiago Junior
Thays da Silva Heleno
Karina Akemi Fujii
Bruno Cavalcanti de Alencar Coelho
Gabriela Fiorindo Fuza
Felipe Novaes Elias
Aryane Bueno Mattosinho

 

Oficina de Produção e Gestão de Projetos Culturais, em São Paulo
Coordenação: Daniele Sampaio
De 9 a 17 de agosto. Sextas das 18h30 às 21h30; sábados – 10h às 18h (com 1h de intervalo).
Oficina Cultural Oswald de Andrade
Endereço: Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, em São Paulo – SP
Telefone: (11) 3222-2662 / 3221-4704

 

“Recusa” no Cena Contemporânea de Brasília

 

Espetáculo da Cia Teatro Balagan realiza três sessões num dos mais importantes eventos teatrais do país, o Cena Contemporânea de Brasília, nos dias 30 e 31 de agosto e 01 de setembro de 2013, às 20h e 19h, respectivamente. A equipe do trabalho ainda realiza atividades formativas o festival. 

 

Eduardo Okamoto, que é ator-convidado em “Recusa”, já esteve outras vezes neste festival, com o qual tem estreita relação.  Ali, já apresentou dois solos “Agora e na Hora de Nossa Hora” (em 2006) e “Eldorado” (em 2009). Foi, inclusive, na apresentação de 2006, no festival brasiliense, que conheceu o dramaturgo argentino Santiago Serrano – que viria a escrever a dramaturgia de “Eldorado” anos mais tarde.      

 

recusa_9

 

“Recusa” começou a ser desenhado a partir do interesse despertado pela notícia veiculada no Jornal Folha de S. Paulo, em 16 de setembro de 2008, sobre o aparecimento de dois sobreviventes, índios Piripkura – etnia considerada extinta há mais de vinte anos. Viviam nômades, perambulando por fazendas madeireiras no noroeste do Mato Grosso, próximo ao município de Ji-Paraná, em Rondônia, e ambos se recusavam a estabelecer qualquer contato com os brancos. Foram encontrados porque suas gargalhadas ressoaram na floresta e chamaram atenção: eles riam das histórias que contavam um ao outro enquanto davam conta de comer a caça recém abatida.

 

“Recusa” é narrado, cantado, por dois olhares e seus múltiplos: dois índios Piripkura; dois heróis ameríndios, Pud e Pudleré, criadores dos seres; um padre que foi engolido por uma onça que resolveu morar dentro de um lugar inesperado; um fazendeiro que matou um índio e o mesmo índio que o matou; por uma cantora que se perde na mata; por Macunaíma e seu irmão; os heróis dos Taurepang e outros tantos.

 

O espetáculo rendeu prêmios APCA 2012 de melhores atores para Antonio Salvador e Eduardo Okamoto, Shell para a diretora Maria Thais e o cenógrafo Márcio Medina e Cooperativa Paulista de Teatro para o projeto sonoro de Marlui Miranda. Neste último,  “Recusa” ainda recebeu prêmio de Melhor Trabalho apresentado em Sala Convencional.    

 

Atividades Formativa  
Além de apresentar o espetáculo, a sua equipe ainda participa de uma série de atividades formativas. No dia 30 de agosto, às 19h, Maria Thais lança “Na Cena do Dr. Dapertutto – poética e pedagogia em V. E. Meierhold, 1911 a 1916” (Editora Perspectiva). O livro resulta de uma pesquisa acadêmica que incluiu períodos de residência artística na Rússia,  sintetizando os anos iniciais de trabalho do encenador russo V. Meierhold e a origem de suas concepções sobre a Arte e a  formação do ator e da encenação.

 

No dia 31 de agosto, há o “Diário de Campo de ‘Recusa'”: encontro com parte da equipe do espetáculo – Antonio Salvador (ator), Eduardo Okamoto (ator) e Maria Thais (diretora) – onde serão apresentados seus elementos de pesquisa e criação, como textos de referência, imagens fotográficas e videográficas da pesquisa de campo realizada em Rondônia durante o processo de criação do espetáculo.

 

Por fim, Daniele Sampaio, diretora de produção de “Recusa”, participa de mesa de debates no “Encontros do Cena – Espaço internacional de cooperação cultural e artística”. O encontro, já reconhecido por ser um espaço privilegiado de intercâmbio internacional de projetos culturais, reunirá em Brasília cerca de 60 profissionais, instituições, artistas, produtores, programadores e gestores culturais internacionais e do Brasil. Os detalhes da programação e da participação de Daniele Sampaio serão divulgados em breve no site do festival: <http://www.cenacontemporanea.com.br>.  

 

Sobre a Companhia
Criada em 1999, a Cia Balagan estreou o primeiro espetáculo, “Sacromaquia”, em 2000. E, desde então, outras quarto obras foram criadas: “A Besta na Lua” (2003-2004), “Tauromaquia” (2004-2006), “Západ – A Tragédia do Poder” (2006-2007) e “Prometheus – a tragédia do fogo” (2010-2012). Em 2007 e 2008, realizou o projeto “Do Inumano ao mais-Humano”, que integrava duas ações de formação: uma voltada para os artistas da Cia e outra, a “Formação do Olhar para o Teatro”, voltada para o espectador. Dois dos temas pesquisados ali, inumano-Trágico e inumano-Animal geraram dois espetáculos: “Prometheus – a tragédia do fogo” e “Recusa”, respectivamente.

 

Serviço:
“Recusa” no Cena Contemporânea de Brasília

 30 e 31/08, às 20h e 01/09, às 19h
Local: Teatro Sesc Garagem
Endereço:  R W4, s/n Quadra 713/913 Sul, Lote F

 

Lançamento do livro “Na Cena do Dr. Dapertutto – poética e pedagogia em V. E. Meierhold, 1911 a 1916”, de Maria Thais
30 de agosto, às 19h
Local: Teatro Sesc Garagem
Endereço:  R W4, s/n Quadra 713/913 Sul, Lote F

  

“Diário de Campo de Recusa”
31 de agosto, das 10h30 às 12h
Local: Departamento de Artes Cenicas da UnB
Endereço: BSS 59
Aberto ao público

 

Informações: <http://www.cenacontemporanea.com.br>.

“Recusa” na Aldeia Tekoa Pyau

 

recusa_10

 

“Recusa”, espetáculo da Cia Teatro Balagan em que Eduardo Okamoto é ator convidado, é baseado no estudo da cultura ameríndia. Desde junho de 2013, em circulação que segue até agosto, o espetáculo é apresentado em 04 aldeias guaranis do estado de São Paulo. 

 

Depois de passar pelas aldeias Tenondê Porã (Parelheiros) e Krukutu, “Recusa” será apresentado na Aldeia Guarani Tekoa Pyau (Pico do Jaraguá) no dia 17 de agosto de 2013,  às 14h. A apresentação acontecerá no Galpão que fica na Rua Comendador José de Matos, 386/458 no bairro da Vila Clarice/Jaraguá. 

 

Conforme noticiado neste blog, esta apresentação estava programada para acontecer no dia 14 de julho de 2013. Porém, devido a problemas técnicos, a sessão teve que ser cancelada.    

 

Para saber mais sobre a aldeia, acesse: <http://tekoapyau.blogspot.com.br/>.

 

“Recusa” no Festival Internacional de Londrina 2013

 

Espetáculo da Cia Teatro Balagan, em que Eduardo Okamoto é ator convidado e Daniele Sampaio é diretora de produção, é um dos destaques da programação do FILO – Festival Internacional de Londrina.  Esta é a terceira vez que Okamoto participa do evento, onde já apresentou os solos “Agora e na Hora de Nossa Hora” (em 2006) e “Eldorado” (em 2009).

 

recusa_8

 

“Recusa” foi criado a partir de uma notícia de jornal sobre a recusa de dois índios isolados ao contato com os brancos, o espetáculo é narrado por dois olhares e seus múltiplos: dois índios Piripkura; dois heróis ameríndios; um padre que foi engolido por uma onça que resolveu morar num lugar inesperado; um fazendeiro que matou um índio e o mesmo índio que o matou, por uma cantora que se perde na mata, por Macunaíma e seu irmão, os heróis dos Taurepang e outros tantos.  

 

Ingressos
O Catuaí Shopping Londrina (Rodovia Celso Garcia Cid – km 377) sediará a bilheteria oficial do Festival. Pela primeira vez, o FILO vai disponibilizar 40% dos ingressos para venda pela internet. O ponto de vendas funcionará das 10 às 22 horas (segunda a sábado) e das 11 às 20 horas (domingos e feriados). A abertura da bilheteria será no dia 8 de agosto.

 

Ponto de vendas Catuaí: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). Na compra pela internet terá acréscimo de taxa de administração do site de venda eletrônica e pague seguro.

 

“Recusa” no FILO
24 e 25 de agosto, às 20h30
Local: Teatro Filo
Endereço: Rua Cuiabá, 39
Informações: www.filo.art.br  

 

Cancelada a apresentação de “Recusa” na Aldeia Tekoa Pyau

Segue, abaixo, comunicado da Cia Teatro Balagan em que se cancela a apresentação na aldeia guarani, no Pico do Jaraguá:

 

Caros,

 

Foi CANCELADA a apresentação de RECUSA na Aldeia Guarani Tekoa Pyau, no Jaraguá, em São Paulo, devido a questões técnicas que não poderão ser resolvidas até domingo, 14 de julho.

 

Em breve, comunicaremos uma nova data de apresentação lá e agradecemos a todos que estavam se organizando para ir.

 

Na semana que vem, dias 19 e 21 de julho apresentaremos RECUSA no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, em Minas Gerais. Dia 20, faremos um encontro aberto em Ouro Preto, DIÁRIO DE CAMPO DE RECUSA, onde serão compartilhadas experiências da construção do espetáculo.

 

Obrigado a todos pelo interesse.

 

Cia Teatro Balagan