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Estreia “Recusa”

 

Eduardo Okamoto é ator convidado de “Recusa”, espetáculo da Cia Teatro Balagan. O trabalho estreia em 04 de outubro e inaugura a programação teatral da Sede Roosevelt da SP Escola de Teatro.

 

 

Ficha Técnica 
Atuação: Antonio Salvador e Eduardo Okamoto (ator convidado)
Encenação:  Maria Thaís
Dramaturgia: Luis Alberto de Abreu
Cenografia e Figurino: Márcio Medina
Direção Musical: Marlui Miranda
Iluminação: Davi de Brito

 

Serviço: “Recusa” na SP Escola de Teatro 
De 04/10 a 28/10
qui a sáb às 21h30
dom às 19h
Local: SP Escola de Teatro
Centro de Formação das Artes do Palco – Sede Roosevelt
Pça Roosevelt 210 – Centro
01303-020 São Paulo/SP
Tel (11) 3775-8600
Preço único: R$10,00
80 lugares

 

“Agora e na Hora de Nossa Hora” no Feia

 

 

Eduardo Okamoto participa do Festival do Instituto de Artes da UNICAMP – FEIA, apresentando monólogo sobre meninos de rua.

 

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Eduardo Okamoto em cena de “Agora e na Hora de Nossa Hora”

 

O FEIA celebra, em 2012, a sua 13a. edição – sendo, portanto, realizado desde o ano 2000. Como festival universitário, é organizado exclusivamente por alunos do Instituto de Artes da UNICAMP – IA. Por um lado, o evento objetiva a partilha e divulgação de trabalhos artísticos produzidos no IA e na Universidade como um todo. Por outro, apresenta aos próprios estudantes de artes outros trabalhos, referências em suas áreas. Na programação, podem ser vistos espetáculos, exposições, projeções de filmes, oficinas, palestras, workshops, etc.

 

No festival deste ano, Eduardo Okamoto foi convidado a apresentar “Agora e na Hora de Nossa Hora”. A sessão acontece no dia 24 de setembro, às 20h. A entrada é gratuita. O espetáculo trata da vida de meninos de rua e da Chacina da Candelária – quando, em 1993, no Rio de Janeiro, oito meninos de rua foram assassinados por policiais. O trabalho envolveu interações do ator com meninos de rua de Campinas (onde ministrou oficinas de circo), São Paulo e Rio de Janeiro. O trabalho foi agraciado com bolsa Fapesp e permitiu a Okamoto o desenvolvimento de seu paralelo teórico, no curso de Mestrado em Artes da UNICAMP: “O Ator- montador” (2004). Para conhecer mais sobre o trabalho, clique aqui. Para fazer o download gratuito do trabalho de mestrado de Eduardo Okamoto, clique aqui.               

 

A apresentação de “Agora e na Hora de Nossa Hora”, neste festival é repleta de significados. Primeiro porque Okamoto estudou na UNICAMP (Graduação, Mestrado e Doutorado em Artes). Depois, porque o trabalho é dirigido por Verônica Fabrini, professora do IA, no Departamento de Artes Cênicas – ela igualmente graduou-se e realizou trabalhos de Mestrado em Artes no Instituto. Finalmente, porque a apresentação coincide com o início das atividades de Eduardo Okamoto como docente na UNICAMP. Aprovado em concurso público no final de abril de 2012, prevê-se que, a partir de setembro deste ano, já esteja lecionando no curso de graduação em Artes Cênicas.

 

 

Serviço: 
“Agora e na Hora de Nossa Hora”  no FEIA
Quando:  24/09, às 20h
Onde: Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP, sala 03
Endereço: Rua Pitágoras, 500, na Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP 
Entrada gratuita
Informações: http://feia.art.br/  

 

 

Apresentação de “Chuva Pasmada” no Lume Teatro Tem Gosto de Volta para Casa

 

Chuva Pasmadacom Eduardo Okamoto e Alice PossaniTexto original: Mia CoutoDramaturgia: Cássio PiresDireção e Iluminação: Marcelo LazzarattoFigurinos e Cenografia: Warner ReisTrilha Sonora: Michael GalassoArte Gráfica: Alexandre CaetanoFotografia: Fernando StankunsProdução: Daniele Sampaio e Grupo Matula Teatro

 

“Chuva Pasmada”, parceria entre mim e Alice Possani, atriz do Grupo Matula Teatro, é dirigido por Marcello Lazzarato, professor do Depto. de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Nós dois nos formamos neste departamento, onde também desenvolvemos trabalhos de pós-graduação, e ainda hoje residimos em Barão Geraldo – distrito onde se localiza a UNICAMP. Por fim, ainda passamos longos períodos de treinamentos e estudos da atuação com o LUME – Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da UNICAMP. Por tudo isso, apresentar na sede do Lume Teatro tem gosto especial: o aconchego do retorno às origens.

 

Espantosamente, a despeito da grande quantidade de importantes trabalhos cênicos criados na cidade de Campinas, com frequência os seus cidadãos têm pouco acesso à esta produção. Isso, claro, é fundamentalmente explicado pelo grande e descabido descaso dos gestores públicos da vida cultural da cidade que, nos últimos anos, nem mesmo tiveram competência para manter abertos os seus teatros públicos. Atualmente, Campinas, cidade que tem mais de 1 milhão de habitantes, não possui uma única sala pública em condições de receber adequadamente um espetáculo teatral. Este contexto, no limite, obriga artistas de Campinas a procurar espaços e melhores condições de apresentação em outra paragens. Não raro, importantes artistas e coletivos de artistas formados e radicados na cidade optam por viver em outra localidade mesmo.

 

O resultado de tamanho absurdo é que o cidadão campineiro não pode fruir os bens simbólicos produzidos no próprio local onde vive. O cidadão, enfim, não vê representado como ficção (como realidade extraordinária) a sua própria vida cotidiana (a realidade ordinária). Muitos estudioso (entre eles a importante Profa. Dra. Suzi Frankl Sperber, também da UNICAMP) apontam que é o ato mesmo de produzir ficção que atribui sentido ao vivido. Ou, como nos diz o personagem de “Mar Me Quer”, de Mia Couto, “homem que não sabe contar história nem chega a ser pessoa”. A vida permanece, assim, em suspensão, como aquela água suspensa que, em “Chuva Pasmada”, também do escritor moçambicano, não se realiza em sua potência de chuva, permanecendo promessa.

 

Por tudo isso, a apresentação de “Chuva Pasmada” em Campinas é celebração! É um espetáculo voltando para casa. São os seus criadores apresentado no solo que escolheram como morada. É a partilha de uma obra com espectadores que compreendem o contexto em que ela foi gerada. Que essa chuva abra ainda mais movimento. Que, ao final da peça, possamos fazer como os seus personagens: agradecer!

 

Serviço: “Chuva Pasmada” no Lume Teatr0
Com Eduardo Okamoto e Matula Teatro
Dias 19 e 20/09 às 20h
Endereço: Rua Carlos Diniz Leitão, 150 Vila Santa Isabel – Barão Geraldo
Telefone:19 3289 9869
R$ 10,00 e R$ 5,00

“Eldorado” em Taubaté

 

Eduardo Okamoto apresenta monólogo com dramaturgia de Santiago Serrano e direção de Marcelo Lazzaratto na abertura do 1º Festival de Teatro de Taubaté.

 

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A primeira edição do Festival de Teatro de Taubaté começa no dia 15 de setembro, com a apresentação de “Eldorado” como espetáculo convidado. As apresentações seguem até o dia de 25 de setembro. O evento conta com a participação de dez grupos teatrais das cidades de Taubaté, São Paulo, Jacareí, São José dos Campos e Pindamonhangaba.

 

Organizado pela Secretaria de Turismo e Cultura (SETUC) da Prefeitura de Taubaté, o festival contará com apresentações diárias no Teatro Metrópole.  O ingresso para cada espetáculo custará R$ 5,00 (preço único e promocional). A abertura em que se apresenta o espetáculo de Okamoto tem ingressos franca. 

 

“Eldorado” foi criado a partir de estudos de Eduardo Okamoto sobre a tradição da rabeca – instrumento de arco e cordas, como o violino, presente em muitas manifestações da cultura popular do Brasil. A partir destes estudos, o premiados dramaturgo argentino criou uma texto inédito. Ali, conta-se a fábula de um cego que, acompanhado por uma “Menina”, busca encontrar o que nenhum homem pôde jamais: Eldorado. 

 

Depois de um longo processo de estudo e criação dramatúrgica (aproximados três anos), o diretor Marcelo Lazarrato lapidou as criações de ator e dramaturgo, conferindo forma final ao espetáculo. Assim, procurou universalizar os estudos de Okamoto que, inicialmente, pautava-se em relações regionais (a rabeca e os rabequeiros). Neste lugar atemporal, propício ao maravilhamento, o personagem cego da fábula  é todo homem e o Eldorado é a busca humana pelo seu bom lugar.

 

Serviço:
“Eldorado” em Taubaté  
15 de setembro, às 20h 
Teatro Metrópole
Duque de Caxias, 312 – Centro
(12) 3624-5915 
Ingressos gratuitos