animação

Espetáculo “Chuva Pasmada” no SESC Araraquara


O ator Eduardo Okamoto volta a Araraquara para apresentação única de seu novo espetáculo: “Chuva Pasmada” – em parceria com a atriz Alice Possani do Grupo Matula Teatro.

 

A apresentação será no SESC ARARAQUARA no dia 31/03 às 20h.

 

Serviço:

Espetáculo “Chuva Pasmada”

Local: SESC Araraqura

Data: 31/03/2011 às 20h

Ingressos: R$ 5,00 a R$ 20,00

Informações: 16 3301-7500

www.sescsp.org.br

 


Aicha Haroun Yacobi

 

O texto abaixo é parte do artigo “‘Ghita’, de Aicha Haroun Yacobi: uma dramaturgia do afeto”, que será públicado na próxima edição da Revista “Olhares,” da Escola Superior de Artes Célia Helena”. Assim que for publicado, uma versão também será disponibilizada neste site, na seção processos.

2008 é o ano da data; julho o mês. Acompanhei a realização do Festival Internacional de Expressão Corporal Teatro e Dança de Agadir, no Marrocos. Dois anos antes, eu conhecera a coordenadora do evento, a diretora e dramaturga Aicha Haroun Yacobi, em um festival de teatro na Espanha. Convidados a apresentar o solo “Agora e na Hora de Nossa Hora” no evento marroquino, ali estávamos, assim, a diretora do espetáculo, Verônica Fabrini, e eu aguardando a abertura do festival..

Horas antes do lançamento do evento, no entanto, um fato alteraria a sua realização: todas as cortinas de veludo que cobriam as grandes janelas de vidro da Sala da Municipalidade, onde aconteceria o evento, foram retiradas. Seriam lavadas, alegou-se à época. Difícil foi entender, num primeiro momento, o porquê da decisão da retirada da panagem na tarde de estreia de um dos principais eventos culturais da cidade. Por quê?

Depois, soube-se que havia mais motivos para a retirada das cortinas que o asseamento da sala: era difícil a aceitação de que um evento pudesse ser coordenado por uma mulher; que sob seu comando estariam muitos homens – técnicos e seus coordenadores, acompanhantes dos grupos convidados, motoristas, porteiros, bilheteiros, atores, diretores, equipes de limpeza, credenciamento e hospedagem e todos estes em diálogos com outros representantes de outras instituições (os patrocinadores e apoiadores, os homens da política, os demais artistas marroquinos).

Isso soubemos não só por conversas com Aicha e seus parceiros, mas também pela nossa própria vivencia em terras marroquinas – a experiência, diga-se, revela um aprendizado nascido do próprio ato de experienciar as coisas vividas e aí está um dos motivos de o teatro ainda se estabelecer como linguagem importante aos homens. Foi curioso perceber, por exemplo, que a diretora do espetáculo que eu apresentava tinha pouca voz entre os técnicos que montavam suas estruturas de luz e cenário e, não raro, foi preciso que eu, sendo um homem, repetisse as mesmas palavras acabadas de serem pronunciadas por ela (as mesmas com pequenas diferenças provocadas pelos erros de meu inglês não fluente) para que as suas decisões como responsável pelo trabalho ganhassem materialidade. Os técnicos pareciam, enfim, pouquíssimo interessados em atender às solicitações de mais uma mulher.

Sendo a sala de espetáculos sem paredes de alvenaria, mas inteiramente cercada por enormes janelas de vidro, a retirada dos panos colocava em risco a realização do evento – ou, pelo menos, a sua qualidade. Ora, estando em julho, pleno verão, o Sol punha-se depois das nove da noite, em Agadir, e, assim, os espetáculos, cujas apresentações estavam marcadas para às 19h, tinham prejudicados todos os seus efeitos de iluminação.

“Nada a fazer”, já lamentava eu, como as personagens de “Esperando Godot”, de Samuel Becket. Restava a aceitação de um fracasso.

Uma solução apresentada surpreendeu-me. Mais: já me revelava com maior profundidade a pessoa que eu aprenderia a admirar ainda mais nos dias (e anos!) seguintes: sem nenhuma discussão com os homens que haviam retirado as cortinas, Aicha propôs que os espetáculos tivessem suas sessões atrasadas em aproximadamente quatro horas! Em princípio, a solução parecia-me descabida: o evento estava divulgado em cartazes e na imprensa. Haveria espectadores pacientes o suficiente para aguardar tamanho atraso? Houve! Todas as sessões tiveram a capacidade total do teatro ocupada, com espectadores, inclusive, assistindo em pé aos trabalhos apresentados, na falta de cadeiras para todos. O atraso pareceu até mesmo criar um ambiente solidário que favorecia a fruição das obras – atores e espectadores imersos em uma dimensão comunitária.

Ali, não só reconheci que os artistas de teatro são fortes o bastante para enfrentar dificuldades. Isso já se sabe há muito. O que se revelava para mim eram as dificuldades e a inteligência de uma mulher marroquina que as vencia (todas elas!). Sem enfrentamentos diretos, aderindo aos obstáculos em vez de resistir a eles, Aicha permite que a própria dificuldade revele a potência da sua superação. Realizou, em Agadir, um lindo festival! E, em nossa partida, já tínhamos, eu Verônica e Aicha, olhos marejados de saudade. O que parece hostilidade, ensina ela em suas ações, pode ser também o princípio do novo: o inesperado.

Inscrições Abertas para Oficina “Dramaturgia do Corpo” com Eduardo Okamoto no TEPA

Dentro das comemorações dos 15 anos do Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA – o ator Eduardo Okamoto ministra a oficina “Dramaturgia do Corpo”. O curso será realizado nos dias 14, 15 e 16 de abril.

As incrições já estão abertas!

Para mais informações: (51) 3221-7778 ou www.tepa.com.br

Para quem não conhece, O TEPA é um Centro de Produção, Pesquisa e Formação Cultural fundado em 1996. Desde então, tem produzido espetáculos que se diferenciam pelo valor artístico no panorama cultural do Rio Grande do Sul.

O TEPA viabiliza e apoia produções de espetáculos profissionais, montagens de conclusão de cursos de sua própria escola e atividades de cunho cultural, como o fomento a grupos de pesquisa em linguagens de estilo, eventos para empresas e produções ligadas ao cinema e à televisão.

Para saber mais, clique aqui.

Tradição e Modernidade: tecnologia e artesanato na criação de “Eldorado”



Este texto é motivado pelo lançamento do layout de nosso novo site e reflete sobre o uso de tecnologias da informação e algumas possíveis influências sobre as Artes Cênicas. Assim, como a postagem anterior, adapta trechos de meu trabalho de doutoramento em Artes Cênicas na UNICAMP. Para acessar a tese na íntegra, clique aqui.

 

A experiência de uso da tecnologia da informação a serviço de relações de troca humanas, sendo estas, diga-se o fundamento da linguagem teatral, eu já havia experimentado antes da publicação deste novo site. No início de minhas pesquisas, quando a equipe do trabalho era pequena e eu mesmo organizava as atividades de produção, uma das minhas primeiras tarefas foi a criação do meu próprio site:<www.eduardookamoto.com>. Eu, que não tenho nenhuma formação em tecnologia (excetuando-se a genética nipônica que, brincam os amigos, me empurra com facilidade para esta área), pude sozinho, com a ajuda do tópico “Ajuda” do próprio software de produção de sites, produzir meu próprio território virtual. A partir deste sítio, acabei por agendar apresentações internacionais (Espanha, Suíça, Marrocos, Kosovo) e estabeleci muitos contatos inesperados. O site que trata de um trabalho brasileiro, que por muito tempo apresentou como único espetáculo um trabalho sobre meninos de rua, chegou a registrar acessos até mesmo na China, no outro lado do mundo.

 

O dramaturgo Santiago Serrano, de “Eldorado”, igualmente se surpreende com a divulgação de sua obra pela web. Sua página, também criada por ele mesmo, contabiliza mais de 80.000 acessos do mundo todo. Isto possibilitou que textos seus fossem montados em lugares distantes da sua residência: EUA, México, Espanha, França, Bulgária, Brasil etc.

 

Diga-se que o processo de criação do espetáculo “Eldorado” valeu-se amplamente da comunicação virtual. Inicialmente, as primeiras fotografias e vídeos de rabequeiros – os artistas populares que inspiraram o trabalho – foram retiradas da Internet. Conheci muitos rabequeiros que efetivamente eu nunca encontrei.

 

Não obstante a possibilidade das viagens inventadas, dos encontros intuídos, das realidades sonhadas, a Internet possibilitou também os encontros de vida a vida, quando, em Iguape e Cananéia, conheci rabequeiros e construtores de rabeca pessoalmente. A pesquisa de campo só foi possível porque consultei, antes mesmo de partir de Campinas, onde moro, o site do Museu Vivo do Fandango. A web revelava-me um circuito de visitação por casas de artistas populares e salões fandangueiros. Isto garantiu sucesso nos encontros com estes artistas numa viagem com recursos próprios – e, portanto, necessariamente rápida, já que eu não poderia me afastar por muito tempo de outros ambientes de trabalho e mesmo não poderia custear uma longa estada naquelas cidades.

 

Vale dizer que, durante a própria pesquisa de campo surpreendi-me com o uso de tecnologia pelos próprios artistas da tradição popular. Não me refiro somente às técnicas que cada um usa para criar a sua própria arte (o conhecimento que cada um gera para tocar ou construir um instrumento da sua própria maneira). Refiro-me também ao uso de expedientes da pós-modernidade.

 

O Seu Benedito Nunes, de Iguape, por exemplo, mostrava-me orgulhoso que a sua rabeca trazia já embutido “um chip” (referia-se a um captador), que permitia uma conexão rápida com mesa e amplificador de som. Além disto, hoje, a busca por vídeos no portal YouTube apresenta uma grande quantidade de rabequeiros e manifestações populares em que a rabeca se insere. Há, inclusive, mestres rabequistas que têm sua própria área no portal MySpace, que prima pelo compartilhamento de trabalhos artísticos, sobretudo de música.

 

A tradição é pós-moderna: antecipou importantes referenciais da produção erudita da cultura (é o caso, por exemplo, de uma das marcas do atuante contemporâneo, cujo trabalho se pauta pela não especialização entre atores, bailarinos e cantores) e não abre mão da tecnologia para criar ondas cada vez maiores e mais intensas de relação humana.

 

Por fim, pela navegação na rede, ainda pude chegar a Buenos Aires, cidade que eu não conheço pessoalmente e estabelecer uma parceria com o dramaturgo argentino. Se eu me deixei levar pelas muitas fabulações possíveis, finalmente, eu convidava alguém que morava longe de minha casa a viajar comigo. Desta maneira, eu não só me permitia atravessar pelas realidades vividas ou inventadas, mas procurava também atravessar um outro, que também fabulava suas próprias jornadas. “Eldorado”, aprendi, é encontro que se vale de recursos diversos para acontecer.


Plataforma para a Liberdade


Este texto é motivado pelo lançamento do layout de nosso novo site e reflete sobre o uso de tecnologias da informação e algumas possíveis influências sobre as Artes Cênicas. Esta postagem, assim como a próxima, adapta trechos de meu trabalho de doutoramento em Artes Cênicas na UNICAMP. Para acessar a tese na íntegra, clique aqui.


Nossas atividades, no teatro, estão além do espetáculo. Incluem pesquisa de linguagem, suas implicações sociais e estéticas, atividades pedagógicas, tentativas múltiplas de teorização das pesquisas na forma de trabalhos acadêmicos, artigos, livro. Ainda que o espetáculo seja o norte do trabalho, sabemos que não se dá menor importância às muitas outras atividades que a ele estão ligadas e até mesmo o fundamentam.

 

Motivado pelo lançamento do nosso novo site – o “nosso”, aqui, não é mera formalidade, mas procura estender os méritos do trabalho à equipe que o desenvolve: diretores, dramaturgos, cenógrafos e figurinistas dos espetáculos, técnicos e produtores, assessores de imprensa etc. – voltei a algumas reflexões que já vinha tecendo sobre a importância da comunicação virtual, via Internet, para o desenvolvimento das nossas pesquisas em Artes Cênicas.

 

Para o geógrafo Milton Santos, a democratização do acesso às ferramentas de comunicação em massa possibilitará profundas transformações sociais. Para ele, a história do homem “vai de par com a história das técnicas”. Ao surgirem novas técnicas as outras não desaparecem: enquanto os atores hegemônicos utilizam o conjunto de técnicas mais atuais, os não hegemônicos continuam usando técnicas menos atuais e poderosas. Vivemos num tempo, no entanto, em que, pela primeira vez na história da humanidade, um conjunto de técnicas, a tecnologia sintetizada no computador, se faz sentir de maneira generalizada no mundo e, assim, o uso das tecnologias propiciará uma organização social mais justa e menos desigual. A técnica, enfim, nos lembra o geógrafo brasileiro, poderá retomar seu sentido de plataforma da liberdade e não mais ser tomada como instrumento de dominação.

 

Milton Santos lembra ainda que a grande parte da produção de mídia do mundo é detida por apenas poucas agências internacionais da informação – 90% da mídia é produzida por apenas 6 empresas! Isto explica o porquê jornais diferentes em diferentes partes do planeta reproduzem imagens, matérias, pontos de vista. As mídias da informação efetivamente realizam uma intermediação entre as pessoas e o mundo; não vivemos o mundo, mas o vemos como nos fazem ver.

 

Assim, quando as ferramentas de comunicação se tornam acessíveis ao cidadão comum, abre-se espaço para a multiplicidade de pontos de vista. Não só: abre uma possibilidade de comunicação entre pessoas. A informação não mais como intermediação, mas como potencial de relação humanista.

 

Para o lançamento deste novo site, escolhemos a plataforma WordPress – para saber mais:<http://br.wordpress.org> . Seu fundamento é justamente o uso gratuito e livre colaboração, tendo código aberto para modificações. Seu uso é tão simplificado que eu mesmo, estudando esta ferramenta a partir de mecanismos de busca da Internet, desenvolvi um site/blog para a “Mostra 10 Anos por uma Escrita do Corpo”.

 

Desejando cuidar um pouco mais do acabamento estético do site – afinal, o cuidado estético é o nosso trabalho – desenvolvemos este novo layout em parceria com o Luorvat Design. O estúdio de São Paulo, com larga experiência em arquitetura da informação, responsabilizou-se pelo registro fotográfico de ensaios e treinamentos, assim como pela a criação de um layout exclusivo.

 

O site contém informações diversas sobre os espetáculos e estudos desenvolvidos até aqui, permitindo que o seu espectador estenda sua experiência para os seus processos geradores. O blog permitirá a publicação não somente dos resultados finais das pesquisas, formalizadas em espetáculos, cursos e textos, mas também a maneira mesmo como vem sendo desenvolvida até aqui. Há textos disponibilizados para download gratuito, para uso não comercial – com o pedido de que gentilmente se cite a fonte de origem. Por fim, o site deverá servir ainda como uma espécie de “central de produção”, organizando e tornando acessíveis as informações necessárias para a realização de apresentações: condições técnicas, reelases e fotos de divulgação etc.

 

Assim, esperamos deste novo site não só a divulgação dos trabalhos, mas, sobretudo, um espaço para a projeção de novos encontros.

“Chuva pasmada” no SESC Santos


Parceria de Eduardo Okamoto e Alice Possani, do Matula Teatro, “Chuva Pasmada” inicia circulação por cidades do estado de São Paulo. Já estão agendadas apresentações em Santos, Araraquara, Ribeirão Preto, Campinas.


Em Santos, primeira cidade a receber o espetáculo depois da temporada paulistana no SESC Pompéia, a apresentaçãoa contece no dia 12 de fevereiro, no SESC.


Para saber mais sobre o espetáculo, clique aqui.


Serviço:

“Chuva Pasmada” no SESC Santos

Dia: 12/02/2011

Endereço: Rua Conselheiro Ribas, 136. Bairro Aparecida

Ingressos: de R$ 2,00 a 8,00

Informações: 13 3278 9800

“Chuva Pasmada” no Prêmio CPT


Para a escolha dos indicados ao Prêmio CPT 2010 foram consideradas as indicações da sociedade civil, realizadas por e-mail até o dia 23/07/2010 para o 1º semestre, e até o dia 10/12/2010 para o 2º semestre, com a contribuição de uma comissão avaliadora formada por Alexandre Mate, Lizette Negreiros, Antonio Chapeu, Sérgio Roveri. A entrega do Prêmio está prevista para dia 7 de fevereiro de 2010, no Teatro Coletivo.

Confira abaixo os indicados do segundo semestre ao Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro 2010, e a lista final do primeiro semestre:


Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro

 

1 – Dramaturgia – Criação individual ou coletiva em espetáculo apresentado em sala convencional, rua ou espaço não convencional

 

1º Semestre

– Francisco Carlos: Namorados da catedral bêbada e Banana mecânica.

– Luís Alberto de Abreu: Em nome do pai / Um dia ouvi a Lua.

– Leonardo Moreira: Escuro

2º Semestre

– Antônio Rogério Toscano: Bielski

– Leonardo Cortez: Rua do Medo

– Zen Salles: Pororoca – Núcleo de Dramaturgia SESI – British Council.

 

2 – Direção – Criação individual ou coletiva em espetáculo apresentado em sala convencional, rua ou espaço não convencional

1º Semestre

– Leonardo Moreira:Escuro

– Antunes Filho: Policarpo Quaresma

– Luciano Carvalho: A Saga do menino diamante – Uma ópera periférica

2º Semestre

– Maria Alice Vergueiro: As três Velhas

– Rodolfo García Vázquez, Roberto Zucco / Hipóteses para o amor e a verdade.

– Zé Henrique de Paula: Sideman / Novelo

 

3 – Elenco – Em espetáculo apresentado em sala convencional, rua ou espaço não convencional

1º Semestre

– O Errante (Brava Companhia): Rafaela Carneiro, Max Raimundo, Márcio Rodrigues, Luciana Gabriel, Fábio Resende, Ademir de Almeida.

– O Idiota (Espetáculo com atores de cinco companhias teatrais diferentes – Cia. da Mentira, Vertigem, Teatro Oficina, Livre e Mundana): Aury Porto, Fredy Allan, Luah Guimarãez, Lúcia Romano, Luis Mármora, Sérgio Siviero, Silvio Restiffe, Sylvia Prado, Vanderlei Bernardino e Otávio Ortega

– Conjugado (Cia. Estável de Teatro, Dolores Boca Aberta e Nhocuné Soul): Andressa Ferrazi, Luciano Carvalho, Osvaldo Hortencio, Renato Gama e Tati Matos.

2º Semestre

– As três Velhas (Companhia de Teatro Pândega): Maria Alice Vergueiro, Luciano Chirolli e Paschoal da Conceição.

– A Criatura (Núcleo N3): Andreza Domingues, Cristiana Gimenes, Fábio Parpinelli, Gustavo Martins, Lanna Moura, Márcia Nunes, Neto Medeiros, Péricles Raggio e Wagner Dutra.

– Chuva Pasmada: Alice Possani (Grupo Matula Teatro) e Eduardo Okamoto

 

4 – Trabalho apresentado em sala convencional

1º Semestre

– Escuro (Cia. Hiato)

– Policarpo Quaresma (Antunes Filho)

– Dois Perdidos Numa Noite Suja

2º Semestre

– As três velhas (Companhia de Teatro Pândega)

– Bixiga (Musical – Direção Mario Masetti e Co-direção Carlos Meceni)

– 12 homens e uma Sentença (Direção Eduardo Tolentino)

 

5 – Trabalho apresentado em rua

1º Semestre

– Ser Tão Ser – Narrativas da outra Margem – (Buraco D’Oráculo)

– A Farsa do Advogado Pathelin – (Rosa dos Ventos – Presidente Prudente) – Texto: autor anônimo, Direção: Roberto Rosa.

– Terra Papagallis – (Trupe Olho da Rua – Santos)

2º Semestre

– Este Lado Para Cima (Brava Companhia).

– Radio Varieté (Cia. La Mínima ).

 

6 – Trabalho apresentado em espaços não convencionais

1º Semestre

– A Saga do Menino Diamante – Uma Ópera Periférica (Dolores Boca Aberta)

– Conjugado (Cia. Estável de Teatro, Dolores Boca Aberta e Nhocuné Soul).

– Rebentos – Trilogia Degenerada (Cia. Pessoal do Faroeste).

2º Semestre

– Roberto Zucco (Cia. de Teatro Os Satyros)

– Bielski (Cia levante)

– Dizer e Não Pedir Segredo (Coletivo Teatro Kunyn)

 

7 – Trabalho para plateia infanto-juvenil apresentado em sala convencional, rua ou espaço não convencional

1º Semestre

– Amazônia Adentro (Cia. Conto em Cantos)

– A Mostra Cia. da tribo – 14 anos.

2º Semestre

– Ibejis (Cia. Pessoal do Faroeste)

– Na Arca às Oito (Cia. Paidéia Jovem de Teatro)

– João de Barros – Mais uma brincadeira Poética (Cia. Engasga Gato – Ribeirão Preto)

 

8 – Grupo ou Companhia revelação, do interior, litoral ou capital do Estado

1º Semestre

– Cia. dos Inventivos

– Brava Companhia

– Cia. Hiato

2º Semestre

– Núcleo Caboclinhas.

– Trupe Olho da Rua (Santos)

– Cia. Tragatralha (Piracicaba)

 

9 – Trabalho apresentado no interior e litoral paulista, em sala convencional, rua ou espaço não convencional

1º Semestre

– Um dia ouvi a Lua – Cia. de Teatro da Cidade (São José dos Campos)

Texto: Luís Alberto de Abreu – Direção: Eduardo Moreira

– A farsa do advogado Pathelin – Rosa dos Ventos (Presidente Prudente)

Texto: autor anônimo, Direção: Roberto Rosa.

– Terra Papagallis – Trupe Olho da Rua (Santos).

2º Semestre

– Bielski (Cia Levante).

– João de Barros – Mais uma brincadeira Poética (Cia. Engassa Gato – Ribeirão Preto).

– São Jorge e o Dragão (Cia. Cornucópia de teatro – Ribeirão Preto).

 

10 – Projeto Visual – elementos plásticos e visuais do espetáculo e sua realização cênica: iluminação, cenografia, figurino, adereços, maquiagem

1º Semestre

– Paulo Faria: Rebentos – Trilogia Degenerada.

– Marisa Bentivegna e Leonardo Moreira: Escuro

– Fernanda Aloi: Êxodos

2º Semestre

– André Cortez (Cenógrafo), Fabio Retti (Iluminação) e Fabio Namatame (Figurinos e Visagismo): O Amor e outros estranhos rumores (Grupo 3 de teatro).

– Adriana Carui (Figurinos), Jonas Ribeiro e Carlos Palma (Iluminação) e Claudio Lux (Efeitos Cenográficos): Big Bang Boom! (Núcleo Arte Ciência no Palco)

– Miguel Nigro (Bonecos, cenografia e figurinos), Cristina Souto (Iluminação): A Criatura (Núcleo N3 – Grupos: Teatro Por Um Triz, Teatro de La Plaza e Cia Patética).

 

11 – Projeto Sonoro – elementos sonoros do espetáculo e sua realização cênica: palavra, canto, trilha original ou adaptada, arranjos e sonoplastia.

1º Semestre

– Nara: Pedro Paulo Bogossian

– Popol Vuh: Gustavo Kurlat e Fabrício Zavanella

– Lamartine Babo – Musical dramático: Fernanda Maia.

2º Semestre

– Bielski: Cristiano Meirelles (Direção Musical) e Carolina Nagavoshi (Assistência Musical).

– Os Boêmios de Adoniran – Musical: Thiago Henrique (Direção Musical), Banda ao Vivo – Músicas de Adoniran Barbosa – Músicos: Léo Ferreira, Marcelo Brandão, Vitor Ramos e Paulinho Farias).

– Bixiga: Fabio Prado. Enéas Carlos Pereira (Letras), João Maurício Galindo (Regência), Jazz Sinfônica (Orquestra), Nelson Ayres, Ruriá Duprat, Miguel Briamonte e Rodrigo Morte (Compositores).

 

12- Ocupação de espaço – Compreendendo sala convencional, rua ou espaços não convencionais, no interior, litoral ou capital do Estado.

1º Semestre

– Dolores Boca Aberta: A Saga do Menino Diamante – Uma Ópera Periférica.

– Cia. Pessoal do Faroeste: Trilogia Degenerada.

– Brava Companhia: O Errante.

2º Semestre

– Boa Cia. de Teatro de Campinas no Tusp – Projeto “O Lobo do Homem”.

– V Edição da Mostra Lino Rojas – Pela ocupação na Praça do Patriarca  e diferenciados outros espaços da periferia da cidade de São Paulo.

– O idiota (Espetáculo com atores de cinco companhias teatrais diferentes – Cia. da Mentira, Vertigem, Teatro Oficina, Livre e Mundana). (Sesc Pompéia)

 

13 – Publicação dedicada ao universo do teatro, suas diversas vertentes, relações e linguagens, em projetos de Grupos e Companhias teatrais, instituições ou similares.

1º Semestre

– Na cena do Dr. Dapertutto – Maria Thais (Perspectiva)

– Hierofania: Sebastião Milaré (Edições SescSP)

– Batalha da Quimera: Sebastião Milaré (Edições Funarte).

2º Semestre

– Revista Rebento – Revista de Teatro e Espetáculo (Unesp)

– Aparte XXI – Revista do Teatro da Universidade de São Paulo

– Cia. de Teatro Os Satyros (Imprensa Oficial)

 

14 – PRÊMIO ESPECIAL

1º Semestre

– Aos Movimentos 27 de Março, Roda do Fomento e Movimento de Teatro de Rua.

(Pelo importante engajamento militante e político pela Cultura do País).

2º Semestre

– Ao V Festival Internacional de Teatro para Infância e Juventude – Uma janela para a utopia – Cia. Paidéia Jovem de Teatro.

– A Luiz Carlos Moreira pelos 30 anos de militância e igualmente à Companhia Engenho que desde 1993 leva Teatro para a periferia de São Paulo no Engenho Teatral.

– Ao Circuito Tusp – Por levar espetáculos e oficinas teatrais a 6 cidades do interior (Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos).

 

 

*Fonte: http://www.cooperativadeteatro.com.br/2010/?p=2528


Curso “Produção e Gestão para as Artes Cênicas”


Estão abertas as inscrições para o curso “Produção e Gestão para as Artes Cênicas” com Daniele Sampaio e Pedro de Freitas. Inscrições até 15 de fevereiro. Abaixo, mais informações:

CURSO “PRODUÇÃO E GESTÃO PARA AS ARTES CÊNICAS” – de 21 a 25 de fevereiro de 2011


Sinopse: A produção cultural viabiliza a criação da arte e mediação perante seus públicos para sua fruição. Assim, mais que inserir produtos no mercado das artes, é função do produtor cultural a elaboração de estratégias que tornem possíveis a criação e a fruição de bens simbólicos.

O curso parte desta dimensão do fazer cultural, procurando localizá-la como ação. O seu objetivo é oferecer aos participantes noções gerais para a gestão de projetos culturais nas artes cênicas: sua formatação para editais e leis de incentivos; o debate sobre a relação entre o processo de criação e a sua administração; a leitura dirigida e a discussão de textos sobre a produção cultural contemporânea  – os artifícios de gestão que viabilizam os artifícios da cena .

Assim, tanto quanto fornecer instrumental para o aluno-participante viabilizar projetos culturais, espera-se contribuir para a o seu processo de formação como agente social da cultura.


Conteúdo programático: O papel da produção / Contextualização de Cultura no Brasil / Financiamento à Cultura: Ação Privada e ação Estatal / Elaboração de Projetos (Concepção, objetivos, justificativa) / Planejamento (Orçamento; cronograma) / Estratégia de Plano de Comunicação / Captação de Recursos

Datas: 21 a 25 de fevereiro das 9h às 13h
Local: Cia Sarau – Barão Geraldo – Campinas
Carga Horária: 20h
Valor: R$ 350,00 a R$ 400,00
Vagas: 15 (Clique aqui e faça download da Ficha de Inscrição e veja as formas de pagamento)
Mais informações: cursos@periplo.com.br

Novo Site no Ar!


Está no ar o novo site do ator Eduardo Okamoto. Este novo território virtual possibilitará que a experiência do espectador dos espetáculos possa se estender para os seus processos geradores. Aqui, poderão ser encontrados informações sobre a trajetória do ator, seus trabalhos, textos teóricos publicados, arquivos para imprensa e requisitos técnicos para as apresentações.

 

O novo site conta ainda com blog de notícias, com informações sobre agenda de espetáculos e cursos, e blog do ator, com reflexões sobre suas investigações.